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	<title>Liberdades...</title>
	<link>http://liberdades.blogsome.com</link>
	<description>Depois da liberdade desaparecer, resta um país, mas já não há pátria...</description>
	<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:18:35 +0000</pubDate>
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		<title>A crise e a luta ideológica...</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2009/03/31/30/</link>
		<comments>http://liberdades.blogsome.com/2009/03/31/30/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[<p>&nbsp;
    Os planos sucedem-se. Em v&#225;rios pa&#237;ses j&#225; se vai no        segundo e no terceiro plano de est&#237;mulos para vencer a crise. 
Esta tem        escapado ao controle das diversas autoridades p&#250;blicas. Ao mesmo tempo        intensifica-se [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<div align="center"><img height="150" width="180" border="0" title="" alt="" src="http://liberdades.blogsome.com/wp-admin/images/thumb-Deconstruction.jpg" />&nbsp;</div>
	<div align="left">Os planos sucedem-se. Em v&#225;rios pa&#237;ses j&#225; se vai no        segundo e no terceiro plano de est&#237;mulos para vencer a crise. <br />
Esta tem        escapado ao controle das diversas autoridades p&#250;blicas. Ao mesmo tempo        intensifica-se o confusionismo ideol&#243;gico para que tudo fique na mesma&#8230;        </div>
	<div align="left">
N&atilde;o faltam as explica&ccedil;&otilde;es para a crise, nem medidas        para a superar, numa profunda luta ideol&#243;gica em que os principais        defensores e pros&#233;litos do &laquo;consenso de Washington&raquo; e das pol&#237;ticas        neoliberais que foram seguidas tudo fazem para se desresponsabilizar e        para continuarem a vender gato por lebre ao servi&ccedil;o do capital financeiro        e das classes dominantes.<br />
Para estes, a crise n&atilde;o se deve ao sistema        econ&#243;mico, &agrave; desregulamenta&ccedil;&atilde;o que foi praticada nos <span class="caps">EUA</span>, nem a sua        profundidade se deve &agrave;s pol&#237;ticas neoliberais, mas sim &agrave; &laquo;gan&acirc;ncia&raquo; de        alguns e aos &laquo;excessos&raquo; de outros, como se a procura do m&#225;ximo lucro n&atilde;o        fosse uma das principais componentes do sistema e inerente ao seu        funcionamento. A senhora Merkel chegou a falar nos &laquo;excessos do mercado&raquo;.        Excessos do mercado? Deve ter chegado &agrave; conclus&atilde;o que afinal o mercado n&atilde;o        se autoregula e que a &laquo;m&atilde;o invis&#237;vel&raquo; n&atilde;o funciona. Mas a m&atilde;o invis&#237;vel        funciona &agrave;s mil maravilhas, sobretudo na promo&ccedil;&atilde;o da concentra&ccedil;&atilde;o da        riqueza e esse &#233; o fundamento da religi&atilde;o do tudo ao mercado. </div>
	<div align="left">
Outros dizem, que a crise teve in&#237;cio com o subprime,        o cr&#233;dito f&#225;cil dado a pessoas de fracos recursos que assim tiveram acesso        a casa. E explicam que com a subida dos juros houve a cessa&ccedil;&atilde;o dos        pagamentos de milhares de fam&#237;lias, e como a partir das hipotecas se        tinham criado pir&acirc;mides de t&#237;tulos e t&#237;tulos &ndash; os &laquo;novos produtos&raquo;, muito        elogiados at&#233; pelo Sr. Trichet, presidente do Banco Central Europeu &ndash; a        crise estendeu-se a todo o sistema financeiro, atingindo agora a chamada        economia real. A titulariza&ccedil;&atilde;o das d&#237;vidas e a cria&ccedil;&atilde;o de pacotes e de        ditos &laquo;novos produtos financeiros&raquo; com nomes sofisticados, permitiu uma        colossal especula&ccedil;&atilde;o proporcionando rendimentos especulativos colossais,        quer atrav&#233;s dos offshores, quer atrav&#233;s da Bolsa, envolvendo todo o        sistema financeiro. Algumas dessas opera&ccedil;&otilde;es, como j&#225; afirm&#225;mos,        configuram t&#237;picas opera&ccedil;&otilde;es de D. Branca <a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%231&amp;i=0&amp;c=278b757e3b3359709cd0c7dc1b3562907abd6f0b"><strong><font color="#af002d">(1)</font></strong></a> , o que agora se veio a revelar,        nomeadamente com o c&#233;lebre caso Madoff. </div>
	<div align="left">
Esta explica&ccedil;&atilde;o tem fundamento mas s&#243; v&ecirc; uma parte do        fen&#243;meno, a express&atilde;o financeira da crise. O factor principal est&#225; no        subconsumo relativo das massas. Na verdade, a interroga&ccedil;&atilde;o primeira a        fazer &#233; porque &#233; que as pessoas deixaram de pagar, porque &#233; que deixaram        de cumprir com os seus compromissos logo que os juros subiram? Cessaram os        pagamentos porque ganhavam pouco, porque s&#243; conseguiram comprar casa        pr&#243;pria com cr&#233;dito facilitado. E os Bancos concederam cr&#233;dito facilitado        porque era necess&#225;rio vender, alargar a procura mesmo de forma artificial,        assente em hipotecas valorizadas que depois ca&#237;ram a pique. Tivemos o        cr&#233;dito a compensar a perda de poder de compra, o cr&#233;dito a compensar a        concentra&ccedil;&atilde;o de riqueza.<br />
A procura n&atilde;o foi alimentada por aumentos        reais dos sal&#225;rios e pens&otilde;es, pelo&nbsp; contr&#225;rio. A distribui&ccedil;&atilde;o do        Rendimento Nacional em desfavor dos sal&#225;rios acentuou-se nos <span class="caps">EUA</span> e noutros        pa&#237;ses. </div>
	<div align="left">
Estimulando a circula&ccedil;&atilde;o e o consumo de mercadorias o        cr&#233;dito atrasa a erup&ccedil;&atilde;o da crise, alargando os limites entre o potencial        de produ&ccedil;&atilde;o e as possibilidades do consumo solv&#237;vel, mas ao mesmo tempo,        na medida em que agrava os factores de desequil&#237;brio, torna-a mais        violenta logo que esta rebenta. Evidencia-se ent&atilde;o a contradi&ccedil;&atilde;o entre o        car&#225;cter social da produ&ccedil;&atilde;o e a forma capitalista privada da apropria&ccedil;&atilde;o.        E o que se designa&nbsp; pelas manifesta&ccedil;&otilde;es da crise na economia real,        traduz a s&#237;ntese de Marx: a a sobreacumula&ccedil;&atilde;o, a sobreprodu&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o        ao relativo subconsumo solvente das massas <a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%232&amp;i=0&amp;c=1a0c0ef282a912443b499d9bba21259833432520"><strong><font color="#af002d">(2)</font></strong></a> . O verdadeiro &laquo;limite da produ&ccedil;&atilde;o        capitalista &#233; o pr&#243;prio capital, &#233; o facto de que nela &#233; o capital e a sua        pr&#243;pria valoriza&ccedil;&atilde;o que constituem o ponto de partida, o objectivo, e o        fim da produ&ccedil;&atilde;o&raquo;! </div>
	<div align="left">
Com o aprofundamento da crise apareceram tamb&#233;m os que        afirmam que &#233; necess&#225;rio &laquo;regressar&raquo; a Marx. Muitas das refer&ecirc;ncias a Marx        visam apenas dar credibilidade &agrave;s falsifica&ccedil;&otilde;es e &agrave;s teses reformistas e        neoliberais. N&atilde;o &#233; novo. Repete-se de crise em crise. Afirmam a        import&acirc;ncia das an&#225;lises de Marx procurando depois negar o marxismo &laquo;por        dentro&raquo;. Seguem os passos da escola austr&#237;aca e at&#233; de Lausanne (Pareto,        F. Hayek) que repetiram e desenvolveram os argumentos de B&ouml;hm &ndash; Bawerk,        contra a teoria marxista do capital e da mais-valia, colocando        nomeadamente a velha quest&atilde;o da transforma&ccedil;&atilde;o do valor em pre&ccedil;os de        produ&ccedil;&atilde;o, omitindo o facto de o pre&ccedil;o de produ&ccedil;&atilde;o ser &laquo;uma forma        metamorfoseada do valor, que reflecte uma profunda mudan&ccedil;a hist&#243;rica nas        rela&ccedil;&otilde;es sociais de produ&ccedil;&atilde;o, a passagem de produ&ccedil;&atilde;o mercantil simples ao        regime capitalista, baseada na propriedade privada dos meios de produ&ccedil;&atilde;o e        na explora&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o de obra assalariada&raquo; <a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%233&amp;i=0&amp;c=0ed7474bcdec49bb07c4ddfae7c912305d30d1b4"><strong><font color="#af002d">(3)</font></strong></a> . Percebe-se porque se pretende p&ocirc;r        em causa a teoria da mais-valia considerada a pedra angular do marxismo. &#201;        que esta p&otilde;e a claro a explora&ccedil;&atilde;o capitalista&#8230; </div>
	<div align="left">
Tamb&#233;m &#233; significativo que alguns concedam o        &laquo;regresso&raquo; a Marx e o citem com &laquo;benevol&ecirc;ncia&raquo;, no sentido de dar alguns        elementos explicativos, mas nenhum d&#225; o passo de convocar L&#233;nine.        Designadamente sobre o papel decisivo dos monop&#243;lios, do capital        financeiro (fus&atilde;o do capital industrial e banc&#225;rio) na vida econ&#243;mica. E o        papel da oligarquia financeira, bem como a import&acirc;ncia excepcional da        exporta&ccedil;&atilde;o de capital distinto da exporta&ccedil;&atilde;o de mercadorias, com que        Lenine caracteriza a &#233;poca imperialista. Percebem-se tamb&#233;m as raz&otilde;es.        Outros falam do &laquo;regresso&raquo; a Marx, mas apenas para regressarem a Keynes e        por a&#237; ficarem. O que as crises do capitalismo nos mostram &#233; a validade do        m&#233;todo, dos instrumentos e das an&#225;lises sobre a instabilidade central do        desenvolvimento capitalista de Marx e de L&#233;nine, para se compreender e        actuar sobre a realidade.<br />
As crises t&ecirc;m sido encaradas pelos defensores        e te&#243;ricos do capitalismo apenas como percal&ccedil;os de percurso, que se podem        superar com mais e melhor regula&ccedil;&atilde;o e supervis&atilde;o e com uma interven&ccedil;&atilde;o        mais respons&#225;vel dos principais intervenientes no mercado!<br />
N&atilde;o se nega        a import&acirc;ncia de mais e melhor regula&ccedil;&atilde;o, nem do mercado. Mas tamb&#233;m n&atilde;o        se desconhece que mantendo-se os offshores e a livre circula&ccedil;&atilde;o de        capitais a regula&ccedil;&atilde;o e a supervis&atilde;o ser&atilde;o sempre muito parciais. <a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%234&amp;i=0&amp;c=29aa4469fc701fe2582221e3b7fea10bde64db1d"><strong><font color="#af002d">(4)</font></strong></a> </p>
	<p>
<strong>A crise e o        neoliberalismo</strong></p>
	<p>A crise mostra-nos tamb&#233;m o fracasso claro        das teses neoliberais e a reconvers&atilde;o, pelo menos na pr&#225;tica, e embora        tardia, dos respons&#225;veis pol&#237;ticos que defenderam e consagraram a        liberdade total aos mercados financeiros, &agrave; &laquo;regula&ccedil;&atilde;o&raquo;, &agrave; interven&ccedil;&atilde;o do        Estado e &agrave;s nacionaliza&ccedil;&otilde;es de acordo com o sagrado princ&#237;pio do capital        de nacionalizar os preju&#237;zos para mais tarde privatizar os lucros. </div>
	<div align="left">
Com o aprofundamento da crise temos visto confiss&otilde;es        surpreendentes de v&#225;rios tenores do neoliberalismo, de que erraram, de que        confiaram em demasia no mercado, como foi o caso de Alan Grenspan,        ex-presidente da <span class="caps">FED</span>. Mas, apesar destas confiss&otilde;es e concess&otilde;es, o que se        pretende &#233; continuar com as pol&#237;ticas neoliberais passando a factura dos        custos da crise para os assalariados e para os contribuintes. Os aumentos        das d&#237;vidas p&#250;blicas v&atilde;o ser substanciais.<br />
A Uni&atilde;o Europeia ainda h&#225;        poucos meses reafirmava que d&#233;fices or&ccedil;amentais de 3% a tender para o        equil&#237;brio at&#233; 2010, a fixa&ccedil;&atilde;o de um limite de 60% para a d&#237;vida p&#250;blica e        do limite de 2% para a infla&ccedil;&atilde;o, eram os instrumentos para responder a        qualquer conjuntura de crise e eram os principais par&acirc;metros para o        desenvolvimento. </div>
	<div align="left">
A crise fez estalar esta fict&#237;cia arquitectura que n&atilde;o        tem qualquer base cient&#237;fica e mostrou o subjectivismo e o fetiche dos        n&#250;meros cabal&#237;sticos (3-60-2) ditos como capazes de trazerem a        prosperidade e a estabilidade &agrave; Uni&atilde;o Europeia! No entanto a Comiss&atilde;o        Europeia continua a afirmar o Pacto de Estabilidade e ridiculamente a        amea&ccedil;ar com processos por d&#233;fice excessivo. </div>
	<div align="left">
&#201; tamb&#233;m de lembrar que com a crise j&#225; em pleno        desenvolvimento, e quase um ano depois do rebentamento da &laquo;bolha do        imobili&#225;rio&raquo;, o Banco Central Europeu ainda decidiu subir a taxa de juro        de refer&ecirc;ncia para 4,25% (Junho de 2008), com o argumento de que a        economia europeia estava robusta e que o perigo estava na infla&ccedil;&atilde;o. Dizem        que se tratou de uma teimosia monetarista. Na nossa opini&atilde;o n&atilde;o se tratou        de uma teimosia, mas de um erro de c&#225;lculo assente na subestima&ccedil;&atilde;o da        crise e na convic&ccedil;&atilde;o de que a economia produtiva europeia aguentaria a        subida das taxas de juro e que aquela subida credibilizaria o euro na sua        disputa em rela&ccedil;&atilde;o ao d&#243;lar. Foi um tiro no p&#233; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; estrat&#233;gia de        fazer do euro uma moeda de ref&#250;gio, pois aquela subida foi mais um factor        importante para a travagem da economia e para o seu afundamento. Junker, o        chefe de fila dos ministros das Finan&ccedil;as da zona euro, veio afirmar        (A.P.F., em 4/11/08) que a Europa se tinha enganado quanto &agrave; amplitude da        crise. O que se seguiu &#233; conhecido. Tivemos o Sr. Trichet a diminuir        sucessivamente as taxas de juro. </div>
	<div align="left">
Tamb&#233;m a &laquo;santa&raquo; livre concorr&ecirc;ncia foi esquecida e        cada pa&#237;s vai avan&ccedil;ando nas ajudas a sectores importantes da sua economia,        como &#233; o caso da ind&#250;stria autom&#243;vel. Os dogmas s&atilde;o postos de lado e j&#225; se        prev&ecirc;em d&#233;fices de 8 a 10%, como na Irlanda, o primeiro pa&#237;s da Uni&atilde;o        Europeia a entrar em recess&atilde;o e at&#233; h&#225; pouco considerado um modelo        exemplar para o PS, para o <span class="caps">PSD</span> e para o <span class="caps">CDS</span>. </div>
	<div align="left">
A autoregula&ccedil;&atilde;o do capitalismo para os neoliberais &#233;        considerada como um facto assente. Mas, como as crises t&ecirc;m vindo a        mostrar, o sistema tem sido &laquo;salvo&raquo; n&atilde;o pela &laquo;autoregula&ccedil;&atilde;o&raquo;, mas pela        interven&ccedil;&atilde;o massiva do Estado. E &#233; uma evid&ecirc;ncia que a desregulamenta&ccedil;&atilde;o e        as privatiza&ccedil;&otilde;es justificadas para maior efici&ecirc;ncia, crescimento e        emprego, permitindo segundo estes, um funcionamento espont&acirc;neo e sem        interfer&ecirc;ncias, na l&#243;gica do &laquo;tudo ao mercado&raquo;, tem-se saldado, sim, por        crises sucessivas e por uma fant&#225;stica concentra&ccedil;&atilde;o da riqueza. Uma boa        parte da teoria econ&#243;mica n&atilde;o tem qualquer base cient&#237;fica apesar das        roupagens matem&#225;ticas, dos modelos complexos, da linguagem herm&#233;tica e das        chancelas acad&#233;micas (escola de Chicago, pr&#233;mios Nobel). &#201; pura ideologia        ao servi&ccedil;o da manuten&ccedil;&atilde;o do status quo, e ao servi&ccedil;o das classes        dominantes. <a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%235&amp;i=0&amp;c=4f07ef03759f283551cd435f8d20c53458fa5363"><strong><font color="#af002d">(5)</font></strong></a> </div>
	<div align="left">
S&atilde;o dogmas ideol&#243;gicos os conceitos sobre a        autoregula&ccedil;&atilde;o pelo mercado e pela m&atilde;o invis&#237;vel; o Pacto de Estabilidade e        as metas sagradas; a tese de que a estabilidade de pre&ccedil;os nos 2% &#233; um        factor essencial para o crescimento e emprego; a afirma&ccedil;&atilde;o de que os        lucros de hoje s&atilde;o o investimento e o emprego de amanh&atilde;; ou que a gest&atilde;o        privada &#233; necessariamente mais eficiente de que a p&#250;blica&#8230; A obsess&atilde;o        pelo d&#233;fice tendencialmente nulo o que visa &#233; for&ccedil;ar os governos &agrave;s        privatiza&ccedil;&otilde;es, a entregar tudo o que possa ser rent&#225;vel ao privado e a        estabilidade de pre&ccedil;os nos 2% visa fazer passar a pol&#237;tica de &laquo;modera&ccedil;&atilde;o        salarial&raquo;, isto &#233;, favorecer uma distribui&ccedil;&atilde;o do Rendimento Nacional em        desfavor dos trabalhadores.</p>
	<p>
<strong>Evitar a tomada de        consci&ecirc;ncia social e pol&#237;tica</strong></p>
	<p>Com o aprofundar da crise e        com as contesta&ccedil;&otilde;es e movimenta&ccedil;&otilde;es sociais das popula&ccedil;&otilde;es e dos        trabalhadores s&atilde;o tamb&#233;m evidentes as linhas ideol&#243;gicas e        propagand&#237;sticas para fomentar o &laquo;dividir para reinar&raquo; e o fatalismo, e        jogar-se com a amea&ccedil;a do desemprego para que os trabalhadores aceitem        pagar a factura da crise. Tamb&#233;m se procura fomentar a hostilidade para        com os imigrantes, ou criar clivagens entre as gera&ccedil;&otilde;es mais idosas e as        mais jovens, ou entre as que t&ecirc;m trabalho com contrato e os que t&ecirc;m        trabalho prec&#225;rio, ou entre os que t&ecirc;m emprego e os desempregados. </div>
	<div align="left">
No nosso pa&#237;s, por exemplo, a proposta de Paulo Portas        de retirar verbas ao Rendimento Social de Reinser&ccedil;&atilde;o &laquo;os abusos; o        dinheiro dado &agrave;queles que n&atilde;o querem trabalhar&raquo; para os reformados com        pens&otilde;es baixas, insere-se naquele objectivo. Dividir, tirar aos pobres        para dar aos pobres <a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%236&amp;i=0&amp;c=1cd54ab7c4f9f8276c6f986910b5e8c32ab1b2c6"><strong><font color="#af002d">(6)</font></strong></a> . Da mesma maneira, procura-se        desviar o alvo da indigna&ccedil;&atilde;o da opini&atilde;o p&#250;blica n&atilde;o para as trafulhices        dos banqueiros e as trafic&acirc;ncias do sistema banc&#225;rio, mas sim para os        Bancos centrais que, como o caso portugu&ecirc;s, t&ecirc;m pesadas responsabilidades        na supervis&atilde;o mas n&atilde;o s&atilde;o os agentes essenciais e mais respons&#225;veis desta        crise. </div>
	<div align="left">
O negar a realidade foi outra das vias        seguidas.<br />
Quando j&#225; n&atilde;o havia d&#250;vidas sobre a profundidade e a        gravidade da crise, no <span class="caps">PSD</span> ainda se ouvia dizer que o subprime tinha sido        uma boa inven&ccedil;&atilde;o e o Governo PS continuava com as fantasias de que a        economia portuguesa tinha robustez suficiente para resistir &agrave; crise! Agora        mudou de agulha. Reconhece a grave situa&ccedil;&atilde;o em que se encontra o pa&#237;s, mas        a responsabilidade do marasmo em que nos mantivemos durante todos estes        &#250;ltimos anos, a recess&atilde;o actual, o desemprego, as dificuldades de milhares        de fam&#237;lias e de pequenas e m&#233;dias empresas &#233; &laquo;culpa&raquo; da crise        internacional. </div>
	<div align="left">
<span class="caps">O 1</span>.&ordm; Ministro repete que o Governo n&atilde;o tem        responsabilidades na crise actual, que a crise come&ccedil;ou nos <span class="caps">EUA</span> e que &#233; por        o pa&#237;s ter as contas p&#250;blicas em ordem que agora o Governo pode        intervir.<br />
&#201; certo que a crise come&ccedil;ou nos <span class="caps">EUA</span>, mas se ela tamb&#233;m        atingiu em cheio a Europa e o nosso pa&#237;s foi porque o sistema banc&#225;rio        europeu se encharcou de t&#237;tulos americanos (&laquo;lixo t&#243;xico&raquo;) e porque o        &laquo;modelo americano&raquo; n&atilde;o s&#243; foi elogiado como foi copiado. E como a redu&ccedil;&atilde;o        do nosso d&#233;fice or&ccedil;amental foi feita com a travagem do investimento e do        crescimento e com a privatiza&ccedil;&atilde;o de alavancas fundamentais da economia,        encontramo-nos hoje, ao contr&#225;rio do que diz o 1.&ordm; Ministro, numa situa&ccedil;&atilde;o        bem mais dif&#237;cil da que estar&#237;amos se o combate ao d&#233;fice tivesse sido        feito privilegiando o crescimento econ&#243;mico e o investimento produtivo, e        se o Estado mantivesse nas suas m&atilde;os alavancas decisivas para a economia        portuguesa. </div>
	<div align="left">
&#201; de sublinhar tamb&#233;m, como h&#225; muito o <span class="caps">PCP</span> afirmou,        que h&#225; na economia portuguesa d&#233;fices bem mais importantes que o d&#233;fice        or&ccedil;amental. H&#225; muito que alert&#225;mos o pa&#237;s para o crescente agravamento da        d&#237;vida externa, para as sa&#237;das de rendimentos e lucros do investimento        estrangeiro que levam a que o Rendimento Nacional esteja cada vez mais        distante do <span class="caps">PIB </span>(Produto Interno Bruto). </div>
	<div align="left">
Recentemente, <span class="caps">PSD</span>, Presidente da Rep&#250;blica e <span class="caps">PS       </span> parecem ter descoberto a gravidade do d&#233;fice externo do nosso pa&#237;s e        fazem-no como se n&atilde;o tivessem quaisquer responsabilidades. Sublinham a        necessidade de se aumentar a produtividade. O Presidente da Rep&#250;blica diz        que &#233; a palavra-chave. O que n&atilde;o diz &#233; que foi quando era 1.&ordm; Ministro que        Portugal aderiu ao euro, vindo depois a adoptar, com o apoio do <span class="caps">PSD</span> e do        PS, uma taxa de c&acirc;mbio altamente desfavor&#225;vel. </div>
	<div align="left">
A Comiss&atilde;o Europeia, na comemora&ccedil;&atilde;o dos dez anos do        euro (2008), realizou um interessante trabalho onde, a par de &laquo;sucessos&raquo;,        reflecte sobre alguns falhan&ccedil;os do euro. E relativamente aos insucessos,        para al&#233;m de apontar o insuficiente crescimento da zona euro e o        grav&#237;ssimo desequil&#237;brio que ele provoca em diversas regi&otilde;es e pa&#237;ses da        Uni&atilde;o Europeia, aponta precisamente o nosso pa&#237;s como um caso negativo.        Afirma que a pol&#237;tica fiscal e or&ccedil;amental s&#243; explica uma parte da nossa        situa&ccedil;&atilde;o e que a causa principal se encontra nas diferen&ccedil;as de taxas de        c&acirc;mbio no momento da ades&atilde;o e que se traduziram numa desvaloriza&ccedil;&atilde;o do        escudo em apenas 12%, enquanto que a peseta desvalorizou 30%! Esta        diferen&ccedil;a de c&acirc;mbio penalizou as nossas actividades produtivas sobretudo        as de bens transaccion&#225;veis (exporta&ccedil;&otilde;es). Mas agora quando se fala da        competitividade tudo isto &#233; esquecido.</p>
	<p><strong><br />
O agravamento da        crise</strong></p>
	<p>Os diversos institutos de previs&atilde;o mais cred&#237;veis        apontam este primeiro semestre de 2009 como um semestre de forte        agravamento da crise, com empresas a mostrarem os seus maus resultados, o        desemprego a subir aceleradamente e os sistemas de pens&otilde;es por        capitaliza&ccedil;&atilde;o em risco de se afundarem brutalmente. </div>
	<div align="left">
Nas respostas &agrave; crise, liberais e sociais democratas        reconverteram-se &agrave; &laquo;interven&ccedil;&atilde;o do Estado&raquo;.<br />
A social democracia        europeia, que deteve a maioria dos governos da Uni&atilde;o Europeia e que tem        grande responsabilidade nas pol&#237;ticas neoliberais e no desmantelamento do        chamado &laquo;Estado de bem-estar&raquo;, aparece agora a denunciar o neoliberalismo        e os &laquo;neo-cons&raquo;, como se nada fosse com ela. No nosso pa&#237;s, a postura do        PS e a do 1.&ordm; Ministro &#233; paradigm&#225;tica dessa mudan&ccedil;a. No entanto, apesar        das injec&ccedil;&otilde;es massivas de bili&otilde;es de d&#243;lares e euros no sistema banc&#225;rio e        nos mercados, a crise est&#225; longe de ser debelada. Porqu&ecirc;? </div>
	<div align="left">
Em primeiro lugar, porque o montante dos t&#237;tulos que        nada valem (&laquo;lixo t&#243;xico&raquo;) &#233; colossal, muito superior ao que foi estimado        e os bancos continuam a mascar&#225;-lo nos seus Balan&ccedil;os.<br />
Em segundo lugar,        porque muitos destes bancos e transnacionais n&atilde;o t&ecirc;m apenas um problema de        liquidez. Est&atilde;o pura e simplesmente falidos, n&atilde;o s&atilde;o solv&#225;veis e portanto        o dinheiro que a&#237; entra desaparece como num po&ccedil;o sem fundo.<br />
Em terceiro        lugar, porque para equilibrar a sobreprodu&ccedil;&atilde;o &agrave; procura solv&#225;vel &#233;        necess&#225;rio conquistar mercados externos &ndash; dif&#237;cil porque a crise &#233; global        e sist&#233;mica &ndash;, ou atrav&#233;s do cr&#233;dito, mas este j&#225; atingiu os seus limites,        ou atrav&#233;s do aumento do poder de compra atrav&#233;s dos sal&#225;rios e das        pens&otilde;es, o que n&atilde;o se quer fazer com o argumento da perda de        competitividade, ou atrav&#233;s da baixa de impostos, que tamb&#233;m tem os seus        limites.<br />
Recorre-se tamb&#233;m &agrave; despesa p&#250;blica, &agrave;s paragem de produ&ccedil;&atilde;o e        &agrave; destrui&ccedil;&atilde;o da capacidade produtiva, atrav&#233;s das fal&ecirc;ncias, fus&otilde;es e        concentra&ccedil;&otilde;es. Mas tudo isto &#233; lento, porque se procura actuar sobre as        consequ&ecirc;ncias, sem ir &agrave;s causas. </div>
	<div align="left">
Esta grave crise do capitalismo &#233; uma crise c&#237;clica        que p&otilde;e em causa o actual sistema monet&#225;rio e a rearruma&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as mas        no quadro do agravamento de uma crise &laquo;estrutural&raquo; do capitalismo que se        tem vindo a acentuar.<br />
A resposta a esta situa&ccedil;&atilde;o exige a ruptura com o        sistema. A ruptura com as pol&#237;ticas neoliberais &#233; necess&#225;ria mas n&atilde;o &#233;        suficiente. O aumento do peso do Estado na economia, e mesmo o capitalismo        de Estado, permite, com vigil&acirc;ncia democr&#225;tica, uma gest&atilde;o ao servi&ccedil;o da        colectividade bem mais garantida do que a privada. Mas n&atilde;o &#233; suficiente se        se mantiverem as pr&#225;ticas neoliberais, ou se se continuar a utilizar o        sector empresarial do Estado para nacionalizar preju&#237;zos, para mais tarde        privatizar os lucros, como aconteceu com as &#250;ltimas interven&ccedil;&otilde;es da Caixa        Geral de Dep&#243;sitos no <span class="caps">BPN</span> e no <span class="caps">BPP</span>. Mas h&#225; pelo menos uma diferen&ccedil;a. &#201;        que, nos Bancos privados, as trafulhices feitas em benef&#237;cio de meia d&#250;zia        de fam&#237;lias e dos partidos pol&#237;ticos do Bloco Central alargado        (PS/PSD/CDS) s&#243; s&atilde;o conhecidas quando h&#225; den&#250;ncias, ou quando estes entram        em situa&ccedil;&atilde;o de fal&ecirc;ncia (&laquo;opera&ccedil;&atilde;o furac&atilde;o&raquo;, <span class="caps">BCP</span>/BPN/BPP). Num Banco        p&#250;blico a gest&atilde;o est&#225; muito mais exposta ao controlo democr&#225;tico. </div>
	<div align="left">
E h&#225; uma quest&atilde;o central. As economias precisam de um        sistema p&#250;blico de cr&#233;dito que contrarie a l&#243;gica ego&#237;sta do sistema de        cr&#233;dito privado, que busca, por todos os meios, o lucro m&#225;ximo ao servi&ccedil;o        do seu respectivo grupo financeiro e econ&#243;mico, ao servi&ccedil;o dos seus        principais accionistas e n&atilde;o ao servi&ccedil;o do pa&#237;s e do desenvolvimento        econ&#243;mico e social.<br />
A moeda e o cr&#233;dito devem estar ao servi&ccedil;o do        desenvolvimento, ao servi&ccedil;o da melhoria do n&#237;vel e qualidade de vida dos        trabalhadores e das popula&ccedil;&otilde;es, ao servi&ccedil;o do desenvolvimento humano e de        um crescimento sustent&#225;vel.<br />
A moeda e o cr&#233;dito s&atilde;o bens p&#250;blicos        globais como o ar e a &#225;gua, devem ser considerados como bens p&#250;blicos da        humanidade. E &#233; com esta concep&ccedil;&atilde;o que deve ser repensada a pol&#237;tica de        cr&#233;dito e da cria&ccedil;&atilde;o da moeda. N&atilde;o basta a &laquo;desfinanceiriza&ccedil;&atilde;o&raquo; da        economia, &#233; necess&#225;rio que o sistema financeiro sirva a colectividade. <span class="caps">E       </span> naturalmente que esta orienta&ccedil;&atilde;o exige verdadeiras nacionaliza&ccedil;&otilde;es. </div>
	<div align="left">
No nosso caso j&#225; se viu a import&acirc;ncia que tem a Caixa        Geral de Dep&#243;sitos no combate &agrave; crise e na seguran&ccedil;a dos dep&#243;sitos.<br />
<span class="caps">A       </span> resposta &agrave; crise e o esc&acirc;ndalo do salvamento das fortunas no <span class="caps">BPP</span>, o        esc&acirc;ndalo do <span class="caps">BPN</span>, banco do <span class="caps">PSD</span>, agora nas m&atilde;os da Caixa; o esc&acirc;ndalo do        <span class="caps">BCP</span>, banco do <span class="caps">PSD</span>, agora nas m&atilde;os do <span class="caps">PS </span>(e por agora s&#243; s&atilde;o conhecidos        estes esc&acirc;ndalos), mostram a necessidade de pelo menos se refor&ccedil;ar o        sector empresarial do Estado no sistema financeiro e n&atilde;o        s&#243;.</p>
	<p>
<strong>Os novos desenvolvimentos</strong></p>
	<p>Uma das        primeiras quest&otilde;es que vamos ter pela frente &#233; saber se o sistema        monet&#225;rio internacional se vai manter tal como se encontra hoje. Se se v&atilde;o        manter os privil&#233;gios do d&#243;lar &ndash; moeda comum &ndash;, moeda de pagamentos        universal e moeda de reserva, que tem permitido aos <span class="caps">EUA</span> dominar econ&#243;mica        e financeira a cena mundial e viver acima das suas possibilidades com os        seus conhecidos d&#233;fices duplos e a sua fant&#225;stica d&#237;vida externa enchendo        o planeta de t&#237;tulos da d&#237;vida p&#250;blica (capitais fict&#237;cios). Teremos uma        nova moeda de pagamentos internacional? &#201; de recordar que, desde 1971,        Nixon acabou com a convertibilidade do d&#243;lar em ouro e passou a circular        na base da confian&ccedil;a (fiducia). A luta pela manuten&ccedil;&atilde;o dos privil&#233;gios do        d&#243;lar j&#225; est&#225; h&#225; muito na ordem do dia, o que tender&#225; a alimentar tens&otilde;es        e contradi&ccedil;&otilde;es. Uma outra quest&atilde;o &#233; a de saber como &#233; que os <span class="caps">EUA</span> v&atilde;o        saldar a sua d&#237;vida p&#250;blica e d&#237;vida externa, isto &#233;, se o resto do        Planeta vai continuar a aceitar os T&#237;tulos de Tesouro e a confiar no        d&#243;lar. E na Uni&atilde;o Europeia n&atilde;o est&#225; certo se teremos ou n&atilde;o a        intensifica&ccedil;&atilde;o do proteccionismo selectivo e se os pa&#237;ses do euro v&atilde;o        conseguir manter-se todos no euro-grupo?<a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%237&amp;i=0&amp;c=47230e6ab19b11b7a01d560de5e4132104f54606"><strong><font color="#af002d"> (7)</font></strong></a> </div>
	<div align="left">
.Uma outra quest&atilde;o ainda, &#233; saber at&#233; que ponto os        governos v&atilde;o evitar a defla&ccedil;&atilde;o e conseguir encobrir e fazer aceitar &agrave;        opini&atilde;o p&#250;blica os seus planos de transfer&ecirc;ncia de riqueza da        colectividade, designadamente para a Banca privada. <a target="_blank" href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32%238&amp;i=0&amp;c=b548560f67a2f9a22554efb61533f5bab8101128"><strong><font color="#af002d">(8)</font></strong></a> </div>
       <br />
&#201; necess&#225;rio descodificar os emaranhados tecnicistas        para que se tome consci&ecirc;ncia que a crise, os despedimentos e o aperto do        cinto aos mesmos do costume, t&ecirc;m respons&#225;veis e que n&atilde;o s&atilde;o uma        inevitabilidade. Divulgar, sem vulgarizar os factores da crise e        desmascarar as respostas que os representantes do capital avan&ccedil;am &#233; tamb&#233;m        essencial para a luta pol&#237;tica e para a luta de massas.<br />
Neste quadro, &#233;        ainda de grande import&acirc;ncia mostrar os caminhos e as propostas        alternativas para se superar a crise e para se responder aos anseios dos        trabalhadores e das popula&ccedil;&otilde;es, denunciando tamb&#233;m as diversas        mistifica&ccedil;&otilde;es que pretendem paralisar as massas e evitar a sua tomada de        consci&ecirc;ncia pol&#237;tica e social e a perspectiva do        socialismo.</p>
	<p><strong>Notas</strong></p>
	<p><a name="12057aa85d70ada1_1" title="1"></a>(1)        &#201; a repeti&ccedil;&atilde;o do c&#233;lebre caso Ponzi na crise de 1929/30 e do caso D.        Branca em Portugal.<br />
<a name="12057aa85d70ada1_2" title="2"></a>(2) Bernanke, o actual        presidente da <span class="caps">FED </span>(Federal Reserve Systm), no seu livro &laquo;Essayn on the        Great Depression&raquo; procura uma explica&ccedil;&atilde;o monetarista para a crise,        considerando como causa primeira a decis&atilde;o da <span class="caps">FED</span> em manter a paridade do        d&#243;lar em rela&ccedil;&atilde;o ao ouro, paridade que cessou com Nixon em 1971. Bernake        considera tamb&#233;m como causa o facto de se ter optado pela redu&ccedil;&atilde;o dos        tempos de trabalho em vez dos despedimentos. Ao contr&#225;rio, Galbraith, no        seu trabalho &laquo;The Great Crasch&raquo;, considera os principais factores que        est&atilde;o na origem da crise de 1929 a grande disparidade de rendimentos em        desfavor dos trabalhadores, o d&#233;fice da Balan&ccedil;a de Pagamentos e a        diminui&ccedil;&atilde;o dos impostos aos mais favorecidos.<br />
<a name="12057aa85d70ada1_3" title="3"></a>(3)        Karl Marx e F. Engels, Obras Escolhidas, Tomo 25, parte I; V.        Chemiat&#233;nkov, O enigma do capital, Edi&ccedil;&otilde;es Progresso, p. 232.<br />
<a name="12057aa85d70ada1_4" title="4"></a>(4) O Ministro das Finan&ccedil;as afirmou (Di&#225;rio Econ&#243;mico,        22/10/08) que se Bruxelas avan&ccedil;ar proposta para acabar com para&#237;sos        fiscais, o Governo apoia. Fant&#225;stico! Mas porque &#233; que o Governo n&atilde;o        avan&ccedil;a com a proposta na Uni&atilde;o Europeia, em vez de ficar &agrave; espera?<br />
<a name="12057aa85d70ada1_5" title="5"></a>(5) Sobre a teoria geral da economia (&#8230;) ver V. I.        L&#233;nine em Materialismo e Empiriocriticismo, Edi&ccedil;&otilde;es &laquo;Avante!&raquo;, p.        259.<br />
<a name="12057aa85d70ada1_6" title="6"></a>(6) Mesmo que 5% do Rendimento Social de        Reinser&ccedil;&atilde;o fosse de abusos isto daria uma verba rid&#237;cula a cada reformado.        5% do Rendimento Social de Reinser&ccedil;&atilde;o a dividir por 965 mil pensionistas        (sobreviv&ecirc;ncia e invalidez) daria 1,8 euros por m&ecirc;s a cada        pensionista.<br />
<a name="12057aa85d70ada1_7" title="7"></a>(7) N&atilde;o h&#225; nada previsto nos        Tratados da Uni&atilde;o Europeia, quando a d&#237;vida externa se torna        insustent&#225;vel. H&#225; quem defenda que o euro devia passar de moeda &#250;nica a        moeda comum.<br />
<a name="12057aa85d70ada1_8" title="8"></a>(8) A compra de &laquo;lixo t&#243;xico&raquo;, a        cria&ccedil;&atilde;o de uma estrutura financiada pelo Estado que compre esse &laquo;lixo        t&#243;xico&raquo;, dar dinheiro p&#250;blico &agrave; Banca. Em 1989, os <span class="caps">EUA</span> utilizaram o        estratagema do &laquo;Bad Bank&raquo; para salvar as Caixas de Poupan&ccedil;a. O objectivo        foi conseguido, mas com perdas para o er&#225;rio p&#250;blico de 150 milhares de        milh&otilde;es de d&#243;lares<br />
<h3 class="r"><a href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fomilitante.pcp.pt%2Findex.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D308%26Itemid%3D32&amp;i=0&amp;c=e968e128c1c13ab4eab12849e53252f6eeb20ac5">Revista &laquo;O Militante&raquo; &#8211; <em>A crise e a luta ideol&#243;gica</em></a></h3>
</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Que Europa?</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2008/05/17/que-europa/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 01:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[<pre><code>A globaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o movida pelo corporativismo aumenta desigualdades entre pa&amp;#237;ses, enfraquece tradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e culturas e aumenta disparidades entre ricos e pobres, marginalizando assim grande n&amp;#250;mero de pessoas nas &amp;#225;reas urbanas e rurais.
Os processos de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o das economias nacionais numa ordem econ&amp;#243;mica global, atrav&amp;#233;s da liberaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;#233;rcio e das desregulamenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es servem frequentemente para consolidar [...]
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<p><img border="0" alt="" src="http://momentosydocumentos.files.wordpress.com/2008/05/humanidade.jpg" /></p>
	<p><span>A globaliza&ccedil;&atilde;o movida pelo corporativismo aumenta desigualdades entre pa&#237;ses, enfraquece tradi&ccedil;&otilde;es e culturas e aumenta disparidades entre ricos e pobres, marginalizando assim grande n&#250;mero de pessoas nas &#225;reas urbanas e rurais.</span></p>
	<p><span>Os processos de integra&ccedil;&atilde;o e reestrutura&ccedil;&atilde;o das economias nacionais numa ordem econ&#243;mica global, atrav&#233;s da liberaliza&ccedil;&atilde;o do com&#233;rcio e das desregulamenta&ccedil;&otilde;es servem frequentemente para consolidar riqueza e poder, ao inv&#233;s de criar novas oportunidades para o envolvimento de grupos locais e entidades regionais no mundo globalizado.</span></p>
	<p><span>Por isso mesmo, o combate &agrave;s verdadeiras causas requer estrat&#233;gias consistentes que permitam perceber claramente, e a cada momento, a revers&atilde;o dos processos de empobrecimento e de degrada&ccedil;&atilde;o ambiental no Mundo.</span></p>
	<p><span>&ldquo; A Polariza&ccedil;&atilde;o Social e a Concentra&ccedil;&atilde;o da Riqueza: no Sul, no Leste, e no Norte uma minoria social privilegiada acumulou grande riqueza em preju&#237;zo da grande maioria da popula&ccedil;&atilde;o. Essa nova ordem financeira internacional &#233; nutrida pela pobreza humana e pela destrui&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. Ela gera a exclus&atilde;o social, estimula o racismo e os conflitos &#233;tnicos, restringe os direitos das mulheres e, frequentemente, precipita pa&#237;ses em confrontos destrutivos entre nacionalidades.&rdquo; &#8211; </span><span>Michael Chossudovsky</span></p>
	<p><span><strong><span>>> </span>Pensa nisto e age, antes que seja tarde&hellip;</strong></span></p></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>FOTOS DEL CONFLICTO ISRAEL-LÍBANO</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/21/fotos-del-conflicto-israel-libano/</link>
		<comments>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/21/fotos-del-conflicto-israel-libano/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2006 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
		<guid>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/21/fotos-del-conflicto-israel-libano/</guid>
		<description><![CDATA[<pre><code>Fuego sobre Beirut
Comenta la galer&amp;#237;a
</code></pre>

<p>FOTOGALER&#205;A Israel entra a sangre y fuego en Gaza </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<div align="center"><a href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.20minutos.es%2Fgaleria%2F1332%2F0%2F0%2FIsrael%2FLibano%2Fsoldados%2F&amp;i=0&amp;c=ad2df11061762c0afacd2b9ef91be10ce87694cb" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"><img height="190" alt="Ataque israel&#237;" src="http://www.20minutos.es/data/img/2006/07/21/498542.jpg" width="450" border="0" /> </a></div>
	<h2 align="center"><a href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.20minutos.es%2Fgaleria%2F1332%2F0%2F0%2FIsrael%2FLibano%2Fsoldados%2F&amp;i=0&amp;c=ad2df11061762c0afacd2b9ef91be10ce87694cb" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)">Fuego sobre Beirut</a></h2>
	<h5 align="center"><a href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.20minutos.es%2Fgaleria%2F1332%2F0%2F0%2FIsrael%2FLibano%2Fsoldados%2F%23nuevo_comentario&amp;i=0&amp;c=acb66e4ae8fcb28239062e5c830020a4252f6606" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)">Comenta la galer&#237;a</a> </h5>
	<ul>
<li>
<div align="center"><span class="caps">FOTOGALER</span>&#205;A <a href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.20minutos.es%2Fgaleria%2F1304%2F0%2F0%2Fgaza%2Fisrael%2Fpalestina%2F&amp;i=0&amp;c=0b8374fb1f4ba9e253045938bc500b2c0072391c" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)">Israel entra a sangre y fuego en Gaza</a> </div>
</li>
</ul>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/21/fotos-del-conflicto-israel-libano/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>No More...</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/19/no-more/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jul 2006 12:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<div align="center"><img width="353" height="500" border="0" align="middle" src="http://orpheus.ucsd.edu/speccoll/visfront/imagelarge/aixafem.jpg" /></div></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>EXPOSIÇÃO</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/18/exposicao/</link>
		<comments>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/18/exposicao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2006 09:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
		<guid>http://liberdades.blogsome.com/2006/07/18/exposicao/</guid>
		<description><![CDATA[<p>De Lisboa ao Carregado                                       h&#225; 150 anos (BN)</p>

<pre><code>&amp;nbsp;
      [...]
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<p class="corpo"><strong></strong><strong><span class="subtitulo"><font color="#339900">De Lisboa ao Carregado                                       h&#225; 150 anos (BN)</font><br />
</span></strong></p>
	<p class="corpo"><strong><img width="200" height="142" border="0" src="http://s1.pt-host.ptisp.net/comboios/Media/Historia5.jpg" />&nbsp;</strong></p>
<strong>                                     </strong><br />
<p class="corpo">Depois de v&#225;rios projectos lan&ccedil;ados                                       desde 1847 na corrida das linhas f&#233;rreas                                       portuguesas, abriu em 28 de Outubro de                                       1856 o primeiro tra&ccedil;ado que ligou                                       Lisboa ao Carregado, obra que a Companhia                                       Central e Peninsular dos Caminhos-de-Ferro                                       em Portugal concretizou ao fim de tr&ecirc;s                                       anos de constru&ccedil;&atilde;o.<br />
                                       O progresso dos caminhos-de-ferro esteve                                       longe de colher unanimidade dos principais                                       representantes das letras nacionais da &#233;poca:                                       por c&#233;lebre que se tornou, fez eco                                       a posi&ccedil;&atilde;o de Almeida Garrett                                       que, nas Viagens na Minha Terra, advogava                                     a alternativa dos &laquo;caminhos de pedra&raquo;.</p>
<strong><font color="#990000">                                     13 de Julho a 14 de                                         Outubro de 2006</font> &#8211; </strong><a href="http://liberdades.blogsome.com/go.php?u=http%3A%2F%2Fwww.bn.pt%2Fagenda%2Fevento-lxa-carregado.html&amp;i=0&amp;c=628c520882a87eac8fd656cbc4684fa81b7fe5cc">Biblioteca Nacional | Agenda Cultural</a></p></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Descanso...</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/29/descanso/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jun 2006 03:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
		<guid>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/29/descanso/</guid>
		<description><![CDATA[<pre><code>Vamos de f&amp;#233;rias!
At&amp;#233; j&amp;#225;&amp;#8230;
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<p><font><strong><img style="width: 400px; height: 281px" height="281" src="http://www.algarvewest.net/blueskybeach_algarve1.jpg" width="400" border="0" /></strong></font></p>
	<p><font><strong>Vamos de f&#233;rias!</strong></font></p>
	<p><strong><font>At&#233; j&#225;&#8230;</font></strong></p></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Via CTT...</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/27/via-ctt/</link>
		<comments>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/27/via-ctt/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2006 19:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
		<guid>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/27/via-ctt/</guid>
		<description><![CDATA[<pre><code>O novo servi&amp;ccedil;o &amp;#233; assim mesmo&amp;#8230;
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<p><img style="width: 449px; height: 400px" height="400" src="http://www.jpergrafando.it/Immagini/Jpeg/tartaruga.jpg" width="449" border="0" /></p>
	<p><strong>O novo servi&ccedil;o &#233; assim mesmo&#8230;</strong></p></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Blogosfera... livre ou sectária?</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/25/a-blogosfera-livre-ou-sectaria/</link>
		<comments>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/25/a-blogosfera-livre-ou-sectaria/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jun 2006 23:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
		<guid>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/25/a-blogosfera-livre-ou-sectaria/</guid>
		<description><![CDATA[<pre><code>Tenho vindo a notar que algo se passa de errado na blogosfera&amp;#8230;
Os seus utilizadores andam desconfiados, ou alguns&amp;#8230;
A blogosfera devia ser um espa&amp;ccedil;o livre&amp;#8230; mas muitos n&amp;atilde;o contibuem para isso.
O esp&amp;#237;rito da blogofera est&amp;#225; a morrer&amp;#8230;
Agora v&amp;#225;rios utilizadores ou n&amp;atilde;o deixam que se fa&amp;ccedil;am coment&amp;#225;rios no seus blogs ou ent&amp;atilde;o somos deparados com este tipo [...]
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<p><img style="width: 400px; height: 300px" height="300" src="http://www.zonalibre.org/blog/moonsa/archives/sphere.jpg" width="400" border="0" /></p>
	<p>Tenho vindo a notar que algo se passa de errado na blogosfera&#8230;</p>
	<p>Os seus utilizadores andam desconfiados, ou alguns&#8230;</p>
	<p>A blogosfera devia ser um espa&ccedil;o livre&#8230; mas muitos n&atilde;o contibuem para isso.</p>
	<p>O esp&#237;rito da blogofera est&#225; a morrer&#8230;</p>
	<p>Agora v&#225;rios utilizadores ou n&atilde;o deixam que se fa&ccedil;am coment&#225;rios no seus blogs ou ent&atilde;o somos deparados com este tipo de informa&ccedil;&atilde;o: <em><strong>&quot;Comment moderation has been enabled. All comments must be approved by the blog author.&quot;</strong></em></p>
	<p>Andam a matar a liberdade, sim a matar a liberdade de express&atilde;o&#8230;</p>
	<p>Uma atitude muito humana&#8230;Infelizmente&#8230;</p>
	<p>Ser&#225; que estamos a ficar sect&#225;rios ou sempre o fomos?</p></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Prazer...</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/24/prazer/</link>
		<comments>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/24/prazer/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Jun 2006 21:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
		<guid>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/24/prazer/</guid>
		<description><![CDATA[<pre><code>a dois&amp;#8230;
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<p><img src="http://amadeo.blog.com/repository/45521/887508.jpg" border="0" /></p>
	<p>a dois&#8230;</p></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Art Nude</title>
		<link>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/24/art-nude/</link>
		<comments>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/24/art-nude/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Jun 2006 00:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ludo Rex</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
		<guid>http://liberdades.blogsome.com/2006/06/24/art-nude/</guid>
		<description><![CDATA[<pre><code>&amp;quot;Flowers&amp;quot;
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>
<p><img src="http://www.art-nude.net/images/met-art_mx_1021_0083.jpg" border="0" /></p>
	<p><font><strong>&quot;Flowers&quot;</strong></font></p></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
	</channel>
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